sexta-feira, 30 de março de 2012


© Henrique Monteiro


Uma noite, depois de alguns anos de casados, o casal está na cama quando a mulher sente que o seu marido começa a acariciá-la como não fazia há muito tempo. Ele começou no pescoço, desceu pelo dorso até às nádegas; voltou ao pescoço, aos ombros, aos seios e parou na barriga; colocou a mão na parte interna do braço esquerdo, passou no seio, na nádega, na perna esquerda até o pé, subiu na parte interna da coxa e parou bem em cima da perna.
Fez a mesma coisa na parte direita e, de repente, vira-se de costas e não fala uma palavra.
A esposa, diz-lhe carinhosamente:
- Querido, estava maravilhoso, porque paraste?

Ele resmungando:
- Encontrei o comando!

quarta-feira, 28 de março de 2012


© ?


"Eu já me habituei a olhar para o vosso presidente como um estadista cuja boca é a parte mais importante da sua cabeça."

Bernard Shaw

segunda-feira, 26 de março de 2012

sábado, 24 de março de 2012



Em pleno voo internacional, daqueles que duram 13 horas, o piloto anuncia pelo sistema de som que o avião está a 10.000 pés do chão, a temperatura está a 12 graus, etc…etc… e deseja boa viagem a todos. Liga o piloto automático e esquece-se de desligar o som. Depois diz ao co-piloto, sem se dar conta de que está toda a gente a ouvir:

«Hummn… (batendo na barriga). Agora vou dar uma cagada e comer a hospedeira.»

Lá fora, a hospedeira ouve e fica vermelha de vergonha, deixa cair a bandeja do café e sai a correr pelo corredor do avião em direção à cabine. Atravessa a classe económica disparada, esbarra nas pessoas e derruba tudo o que encontra pela frente, até que tropeça numa bengala de uma senhora idosa e cai.

A velhota a rir-se, diz:

- Calma filha! Ele disse que vai cagar primeiro…

quarta-feira, 21 de março de 2012

Adolescentes homossexuais castrados pela Igreja

Adolescentes e jovens homossexuais terão sido alvo de castrações dentro da Igreja Católica Holandesa.

Uma investigação revelou que a Igreja Católica Holandesa procedeu a castrações, nos anos 50, como forma de tratar a homossexualidade.

A notícia, publicada no NRC Handelsblad, lista dez casos em que isso aconteceu, e conta com detalhe a história de um deles, Henk Heithus, que morreria num acidente de automóvel, em 1958.

A investigação é tanto mais polémica quanto no ano passado, a Igreja Católica publicou um relatório, conhecido como relatório Deetman, sobre abusos sexuais cometidos dentro da própria Igreja, em que estes casos parecem ter sido deliberadamente omitidos.

Henk Heithus foi sujeito a uma castração cirúrgica em 1956, por se ter descoberto as suas tendências homossexuais. Mas um outro dado deve ser tido em conta: ele havia denunciado abusos sexuais cometidos sobre ele por elementos do clero.

Uma investigação na altura levou à condenação dos abusadores, mas Heithus viria a ser internado num hospital psiquiátrico e castrado.

O relatório Deetman estima que as vítimas de abusos que cresceram em instituições católicas serão entre 10 mil e 20 mil.



Daqui:

Este Beijo Deixa-nos Tesos


© Nuno Saraiva



Making Of

Formula for understanding women

sábado, 17 de março de 2012

Restaurantes fecham para se dedicar à produção de marmitas


Por Alexandre Parreira

Milhares de restaurantes estão a deixar de vender refeições e a dedicar-se quase em exclusivo à produção de marmitas.

“Nós temos que estar onde o negócio está e, se as pessoas não vão ao restaurante e levam as marmitas de casa, nós produzimos marmitas”, explica um empresário da restauração que se reconverteu. O seu restaurante “O Alfredo - Grelhados na hora e tudo o mais” só já faz caixas de plástico de todas as formas e feitios. A cozinha foi transformada em linha de montagem: o plástico chega em bruto e é derretido na grelha ou na frigideira antes de ser moldado à mão por duas crianças de famílias carenciadas das redondezas.


Daqui:

© Ferreira dos Santos

terça-feira, 13 de março de 2012



Nunca pude estudar Direito.


Quasimodo

carta aberta de José Nogueira Pardal

UM CIDADÃO ESCREVE AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA - carta aberta de José Nogueira Pardal

2012/02/01

Exmo Senhor Presidente da República

Lisboa

Vou usar um meio hoje praticamente em desuso mas que, quanto a mim, é a forma mais correcta de o questionar, porque a avaliar pelas conversas que vou ouvindo por aqui e por ali, muitos portugueses gostariam de ver esclarecidas as dúvidas que vou colocar a V/Exa e é por tal razão que uso a forma “carta aberta”, carta que espero algum dos jornais a que a vou enviar com pedido de publicação dê à estampa, desejando que a resposta de V/Exa fosse também pública. Tenho 74 anos, sou reformado, daqueles que descontou durante 41 anos, embora tenha trabalhado durante 48, para poder ter uma reforma e que, porque as pernas já me não permitem longas caminhadas e o dinheiro para os transportes e os espectáculos a que gostaria de assistir não abunda, passo uma parte do meu dia a ler, sei quantos cantos há nos Lusíadas, conheço Camilo, Eça, Ferreira de Castro, Aquilino, Florbela, Natália, Sofia e mais uns quantos de que penso V/Exa já terá ouvido falar e a “navegar na net”.

São precisamente as “modernices” com que tenho bastante dificuldade em lidar que motivam esta minha tomada de posição porquanto é aí que circulam a respeito de V/Exa afirmações que desprestigiam a figura máxima do País Portugal, que, em minha opinião, não pode estar sujeita a tais insinuações que espero V/Exa desminta categoricamente. Passemos à frente das insinuações de que V/Exa foi 1º Ministro de Portugal durante mais de dez anos, época em que V/Exa vendeu as nossa pescas, a nossa agricultura, a nossa indústria a troco dos milhões da CEE, milhões que, ao contrário do que seria desejável, não serviram para qualquer modernização ou reforma do nosso País mas sim para encher os bolsos de alguns, curiosamente seus correligionários senão mesmos seus amigos. Acredito que esse tempo que vivemos sob o comando de V/Exa e que tanto mal nos fez foi apenas fruto de incompetência o que, sendo lamentável, não é crime, os crimes foram praticados por aqueles que se encheram à custa do regabofe, perdoe-me o popularismo, que se viveu nessa época e que, curiosamente, ou talvez não, continuam sem prestar contas à justiça. Entremos então no que mais me choca, porque nesses outros comentários, a maioria dos quais anónimos mas alguns assinados, é a honestidade de V/Exa que é posta em causa e eu não quero que o Presidente da República do meu país seja o indivíduo que alguns propalam pois que entendo que o cargo só pode ser ocupado por alguém em quem os portugueses se revejam como símbolo de coerência e honestidade, é assim que penso que nesta carta presto um favor a V/Exa, pois que respondendo às questões que vou colocar, findarão de vez as maledicências que, quero acreditar, são os escritos que por aí circulam.

1ª Questão: Circula por aí um “escrito” que afirma que V/Exa, professor da Universidade Nova de Lisboa, após ser ministro das finanças, foi convidado para professor da Universidade Católica, cargo que aceitou sem se ter desvinculado da Nova o que motivou que lhe fosse movido um processo disciplinar por faltar injustificadamente às aulas da Nova, processo esse conducente ao despedimento com justa causa, que se teria perdido no gabinete do então ministro da educação, a quem competiria o despacho final, João de Deus Pinheiro, seu amigo e beneficiado depois de V/Exa ascender a 1º Ministro com o lugar de comissário europeu, lugar que desempenhou tão eficazmente que o levou a ficar conhecido como “comissário do golfe”.

Pergunta directa:

Foi ou não movido a V/Exa um processo disciplinar enquanto professor da Universidade Nova de Lisboa? Se a resposta for afirmativa, qual o resultado desse processo?X Se a resposta for negativa é evidente que todas as informações que andam por aí a circular carecem de fundamento.

2ª Questão:

Circulam por aí vários escritos sobre a regularidade da transacção de acções do BPN que V/Exa adquiriu. Sendo certo que as referidas acções não estavam cotadas em bolsa e portanto só poderiam ser transaccionadas por contactos directos, vulgo boca a boca, faço sobre a matéria várias perguntas:

1ª - Quem aconselhou a V/Exa tal investimento?

2 ª- A quem adquiriu V/Exa as referidas acções? 3ª- Em que data, de que forma e a quem vendeu V/Exa as acções? 4ª- Sendo V/Exa um renomado economista não estranhou um lucro de 140% numa aplicação de tão curto prazo?

3ª Questão

Tendo em atenção o que por aí circula sobre a Casa da Coelha, limito-me a fazer perguntas:

1ª- É ou não verdade que o negócio entre a casa de Albufeira e a casa da Coelha foi feito como permuta de imóveis do mesmo valor para evitar pagamento de impostos?

2ª- Se já foi saldada ao estado a diferença de impostos com que atraso em relação à escritura se processou a referida regularização?

3ª- É ou não verdade que as alterações nas obras feitas na casa da Coelha, nomeadamente a alteração das áreas de construção foram feitas sem conhecimento da autarquia?

4ª- A ser positiva a resposta à pergunta anterior se já foi sanado o problema resultante de obras feitas à revelia da autarquia, em que data foi feita tal regularização e se foi feita antes ou depois das obras estarem concluídas?

5ª- Última pergunta, esta de mera curiosidade, será que V/Exa já se lembra do cartório em que foi feita a escritura?

4ª- Questão

Esta não circula na Net, é uma questão que eu próprio lhe coloco: Ouvi V/Exa na TV dizer que tinha uma reforma de 1300 €, que quase lhe não chegava para as despesas, passando fugazmente pela reforma do Banco de Portugal. Assim pergunto:

1ª- Quantas reformas tem V/Exa?

2ª- De que entidades e a que anos de serviços são devidas essas reformas?

3ª- Em quantas não recebe 13º e14º mês?

4ª- Abdicou V/Exa do ordenado de PR por iniciativa própria ou por imposição legal?

5ª Recebe ou não V/Exa alguns milhares de euros como “despesas de representação”?

Fico a aguardar a resposta de V/Exa com o desejo de que a mesma seja de tal forma conclusiva e que, se V/Exa o achar conveniente, venha acompanhada de cópias de documentos, que provem a todos os portugueses que o que por aí circula na Net, não passam de calúnias e intrigas movidas contra a impoluta figura de Sua Exa o Senhor Presidente da República de Portugal.

A terminar e depois de recordar mais uma das suas afirmações na TV, lembro uma frase do meu avô, há muito falecido, alentejano, analfabeto e vertical: “ NÃO HÁ HOMENS MUITO OU POUCO SÉRIOS, HÁ HOMENS SÉRIOS E OUTRAS COISAS QUE PARECEM HOMENS”. Por mim, com a idade que tenho já não preciso, nem quero nascer outra vez, basta-me morrer como tenho vivido, sério.

Com os meus melhores cumprimentos.

José Nogueira Pardal*

____________

* José Nogueira Pardal nasceu em Aljustrel a 1938 . Veio para Lisboa no final da década de cinquenta, onde fundou, com três conterrâneos, os “Jograis do Alentejo”, com o intuito de divulgar a sua poesia e de outros poetas alentejanos. Participa, habitualmente, nas tertúlias da SCALA e do Café com Letras onde declama poemas. Está representado em diversas antologias poéticas.

Daqui: http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o56077d94/8869255_BREOB.jpeg

domingo, 11 de março de 2012

SJ critica PSD-Madeira por promover caça às bruxas

SJ critica PSD-Madeira por promover caça às bruxas

Publicado a 01/03/2012 Comunicados

A Direcção Nacional do Sindicato dos Jornalistas repudia a provocação feita pelo PSD-Madeira, na edição de Março do seu órgão oficial, a cinco jornalistas que trabalham na região autónoma e que o jornal classifica de “indígenas que também viram contra nós a opinião pública do Continente”.

O jornal oficial do PSD-Madeira, “Madeira Livre”, publicou as fotografias de Tolentino Nóbrega (“Público”), Lília Bernardes (“Diário de Notícias”), Nicolau Fernandes (TSF), Gil Rosa (RTP) e Egídio Carreira (RDP), apontando-os aparentemente como "inimigos", o que na opinião do SJ configura uma "tentativa de condicionamento da liberdade" dos visados e "pode constituir uma instigação" à sua perseguição.
Manifestando "total solidariedade para com os profissionais visados", o SJ, em comunicado hoje divulgado, reafirma a sua "convicção de que os jornalistas em serviço na Madeira desempenham a profissão com o maior esforço de profissionalismo", exorta os dirigentes do PSD_Madeira a "porem cobro a atitudes como estas" e apela a "maior vigilância por parte de todos os jornalistas contra provocações e quaisquer tentativas de condicionar o seu trabalho".

É o seguinte o texto, na íntegra, do Comunicado do SJ:

SJ repudia caça às bruxas na Madeira
1. O jornal oficial do PSD-Madeira, “Madeira Livre”, publicou, na última página da sua edição de Março, um conjunto de fotografias de cinco jornalistas que naquela região autónoma prestam serviço em órgãos de informação de âmbito nacional encimado pelo seguinte título: “São estes indígenas que também viram contra nós a opinião pública do Continente”.
2. Embora não sendo inédita a publicação de fotografias de jornalistas que o PSD-Madeira parece reputar como “inimigos” – seus ou da Madeira – , a inserção das fotos, acompanhadas da respectiva identificação, e a classificação que é imputada aos nossos camaradas Tolentino Nóbrega (“Público”), Lília Bernardes (“Diário de Notícias”), Nicolau Fernandes (TSF), Gil Rosa (RTP) e Egídio Carreira (RDP), suscita séria preocupação ao Sindicato dos Jornalistas.
3. Em primeiro lugar, porque evidencia uma extrema dificuldade do PSD-Madeira em lidar com uma realidade inelutável: os jornalistas, e em particular os visados, não estão ao seu serviço nem são instrumentos da propaganda do Governo Regional ou de silenciamento da grave situação na região. Tal dificuldade é grave num partido que faz parte do sistema democrático.
4. Em segundo lugar, tal prática configura uma tentativa de condicionamento da liberdade dos jornalistas, pode constituir uma instigação, nomeadamente para os militantes e simpatizante do PSD-Madeira, à perseguição dos jornalistas visados, ou pelo menos uma indicação implícita a atitudes incorrectas para com os visados. A confirmar-se, trata-se de uma consigna perigosa para a liberdade de imprensa na região e um acto antidemocrático intolerável, sendo mesmo de recear uma caça às bruxas na Região Autónoma da Madeira.
5. A Direcção Nacional do Sindicato dos Jornalistas manifesta total solidariedade para com os profissionais visados, reafirma a sua convicção de que os jornalistas em serviço na Madeira desempenham a profissão com o maior esforço de profissionalismo, repudia a provocação do PSD-Madeira, exorta os seus dirigentes a porem cobro a atitudes como estas e apela a maior vigilância por parte de todos os jornalistas contra provocações e quaisquer tentativas de condicionar o seu trabalho.

Lisboa, 1 de Março de 2012

A Direcção

Daqui:
http://2.bp.blogspot.com/_3uQJxtezTq8/TNwFLlzwTTI/AAAAAAAAAEw/r5-4tl3TDJg/s1600/Moe2.jpeg
© Moebius
© Oguz Gurel

sexta-feira, 9 de março de 2012

Peace for peace



© Emir

Homens que apreciam seios vivem mais, diz estudo

"Excitação sexual faz o coração bombear e melhora a circulação sanguínea", diz médica da pesquisa

Olhar para um par de seios durante dez minutos por dia é igual a 30 minutos de exercício aeróbico e pode prolongar expectativa de vida em até cinco anos, de acordo com um estudo alemão publicado no New England Journal of Medicine.

Depois de comparar a saúde de 200 pacientes do sexo masculino, cem dos quais instruídos para ver os seios diariamente, a pesquisa revelou que os observadores desta parte da anatomia feminina tinham menor pressão arterial e mostraram menos propensos a desenvolver doenças coronarianas.

“Excitação sexual faz o coração bombear e melhora a circulação sanguínea”, disse a Dra. Karen Weatherby, uma das responsáveis pelo estudo. “Não há dúvida de que o hábito de olhar para os seios deixa os homens mais saudáveis​​”, acrescentou.


Sacado daqui: Revista Alfa

quinta-feira, 8 de março de 2012



"As mulheres podem dividir-se em dois grupos. As que não obedecem e as que mandam."

Provérbio alemão



Um casal está na cama, com todo o entusiasmo, quando toca o telefone. Ela vai atender.
- Quem era? - pergunta ele quando ela volta.
- O meu marido. Avisou que vai chegar tarde porque está no escritório a fazer serão contigo.



segunda-feira, 5 de março de 2012

© Luís Afonso

10 mentiras para enrolar designers e ilustradores

1) “Faça esse trabalho barato (ou de graça) e no próximo pagaremos melhor”
Nenhum profissional que se preze daria seu trabalho de mãos beijadas na esperança de cobrar mais caro mais tarde. Você consegue imaginar o que um advogado diria se você dissesse “me defenda de graça dessa vez que na próxima vez que eu precisar de um advogado eu te chamo e pago melhor”. Ele com certeza riria da sua cara.

2) “Nós nunca pagamos 1 centavo antes de ver o produto final”
Essa é uma pegadinha. A partir do momento que você foi contratado para fazer o trabalho você DEVE pedir uma entrada. O motivo é simples, você está trabalhando desde o momento que se dispõe a fazer a reunião de briefing. Talvez um cliente mais inexperiente queira pagar após ver alguns esboços. Cabe a você aceitar ou não.

3) “Esse trabalho será ótimo para seu portfolio! Depois desse você vai conseguir muitos outros”
Essa é uma das mais típicas. E costuma fazer vítimas principalmente entre jovens que ainda estão estudando. Para não cair nessa, basta pensar “quanto o seu cliente vai faturar com o seu trabalho?”. Além disso, não esqueça que, mesmo que ele indique seu trabalho para outras empresas, com certeza ele dirá quanto custou (ou se foi de graça) e imagine o que os próximos irão querer?

4) Olhando para seus estudos e rascunhos: “Veja, não temos muita certeza se queremos seu trabalho. Deixe esses estudos comigo e vou falar com meu sócio/investidor/mulher, etc e depois te dou uma resposta”
Não dou 5 minutos para ele ligar para outros designers com seus estudos e conceitos criados na mão barganhando melhores preços. Quando você ligar de novo ele dirá que seu trabalho está muito acima do mercado, blá blá blá, e que Fulano Designer vai fazer o trabalho. Mas como eles conseguiram outro designer mais barato? Lógico, você já passou o conceito todo criado! Economizou horas para o designer que vai pegar o trabalho. Então, enquanto você não entrar em acordo com seu cliente NUNCA DEIXE NADA CRIATIVO no escritório dele!

5) “Veja, o job não foi cancelado, somente adiado. Deixe a conta aberta e continuaremos dentro de um mês ou dois”
Provavelmente não. Seria um erro você não faturar o que foi feito até o momento esperando que o trabalho continue depois. Ligue em dois meses e você verá que alguém estará trabalhando no job. E adivinhe! Eles nem ao menos sabem quem você é… e o dinheiro do início do trabalho, lógico, já era!

6) “CONTRATO?? Nós não precisamos assinar contratos! Não estamos entre amigos?”
Sim, estamos. Até que alguma coisa dê errada ou ocorra um mal-entendido, e você se transforme no meu maior inimigo e eu sou o seu “designer estúpido”, aí o contrato é essencial! Simples assim! Ao menos que você não ligue em não ser pago. Qualquer profissional usa um contrato para definir como será o trabalho e você deve fazê-lo também!

7) “Envie-me a conta depois que o material for pra gráfica”
Por que esperar por esse deadline irrelevante? Você é honesto, não? Por que você deveria ficar preso a esse deadline? Uma vez entregue o trabalho, fature! Essa desculpa possivelmente é uma tática para atrasar o pagamento. Assim o material vai pra gráfica, precisa de alterações intermináveis e, adivinhe, ele arranja outra pessoa pra fazer as alterações necessárias, o material vai pra gráfica e você nem fica sabendo!

8 ) “O último designer fez esse job por R$ XX “
Isso é irrelevante. Se o último designer era tão bom por que ele te chamou? E quanto o outro cobrava não significa nada pra você. Pessoas que cobram muito pouco pelo seu tempo acabam fadadas ao insucesso (por auto-destruição financeira). Faça um preço justo, ofereça no máximo 5% de desconto e não abra mão disso.

9) “Nosso orçamento para esse job é de XX reais”
Interessante, não? Um cara sai para comprar um carro e sabe exatamente quanto ele vai gastar antes mesmo de fazer uma pesquisa. Uma quantia de trabalho custa uma quantia de dinheiro. Se seu cliente tem menos dinheiro e ainda assim você quer pegar o trabalho, dedique menos horas a ele. Deixe isso bem claro ao seu cliente, que você dedicará menos tempo que o estimado para finalizar o trabalho porque ele não pode pagar por mais horas. A escolha é sua.

10) “Estamos com problemas financeiros. Passe o trabalho para nós e, quando estivermos em melhor situação, te pagamos.”
Claro, mas pode contar que, quando o dinheiro chegar, você estará bem lá no final da lista de pagamentos. Se alguém chega ao ponto de admitir que está com problemas financeiros então provavelmente o problema é bem maior do que parece. Além disso, você por acaso é um banco para fazer empréstimos? Se você quer arriscar, pelo menos peça dinheiro adicional pelo tempo de espera. Um banco faz isso, não faz? Por que provavelmente esse é o motivo deles quererem atrasar seu pagamento, ter 6 meses de dinheiro “emprestado” sem ter que pagar juros, o que não aconteceria se ele tivesse que emprestar do banco. Não jogue dinheiro fora!

Bom, o motivo de tudo isso não é deixar você paranóico ou coisa do tipo, mas sim injetar um pouco de realidade no mundo de fantasia da maioria dos designers. Você certamente vai tratar com pessoas muito diferentes de você. As motivações e atitudes certamente são diferentes. Eu infelizmente vejo, muitas vezes, exemplos de pessoas envolvidas em situações com a mais nobre das intenções e acabam literalmente se dando mal. Porque a maioria dos designers enxergam os trabalhos como uma oportunidade de fazer aquilo que mais gostam com dedicação, simplesmente porque amam o que fazem! A outra parte não tem a negociação tão idealizada ou romantizada, muito pelo contrário.

Como lidar com todas essas coisas e ainda assim fazer um trabalho criativo? Boa pergunta! É por isso que ir atrás da informação é importante. Você aprende a trabalhar com todas as técnicas do design, mas não aprende a arte da negociação. Muitos designers ignoram este aprendizado, o que é um grande erro. Sugiro que o mínimo seja incorporado assim certamente você não sentirá seu trabalho como uma grande perda de tempo e dinheiro!


Fonte: texto original em inglês Painter Creativity
Tradução: Debora Behar

Sacado daqui: PTO DE CONTATO

100 km por 1.40 euros

Um carro eléctrico português.
Económico.
Muito económico.

Read the Holy Bible Daily

sábado, 3 de março de 2012

Casse-toi alors, pauvre con!

Repoussé par un hommme qui ne voulait pas lui serrer la main, Nicolas Sarkozy a laissé fuser l’insulte, samedi matin, lors de sa visite du Salon de l’agriculture, une scène diffusée par Le Parisien sur son site.

http://www.libertes-internets.net/archives/images/sarkozy_casse_toi_pauvre_con.jpg

[Alors que des huées fusent, Sarkozy, dans la cohue, tend la main à un visiteur : "Ah non, touche moi pas" dit celui-ci . "Alors, casse toi" répond Sarkozy. "Tu me salis" répond le visiteur. "Casse-toi alors, pauvre con !" réplique Sarkozy avant de poursuivre, l'air fatigué et tendu, sa séance de poignées de mains, sous les huées.]

Dans dali ---> mediapart.fr

© Alexander Sergeev

TOP 10 - Melhores momentos de Alberto João Jardim

sexta-feira, 2 de março de 2012



Uma velha no autocarro, fazendo-se acompanhar pelo tradicional saco de plástico, senta-se ocupando o lugar ao seu lado com o saco.
Aproxima-se um cavalheiro, para ocupar esse lugar e, tempestivamente, a senhora grita:
- Cuidado com os tomates!
Muito corado e ainda de rabo esticado, questiona amavelmente o homem:
- São tomates, o que aqui leva minha senhora?
- Não, são pregos!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Maioria dos deputados defende que lei portuguesa apenas permite a 'safe house' de São Bento

Por Vítor Elias

O desejo de António Costa em criar uma "safe house" - ou seja, um bordel legalizado - na Mouraria está a causar enorme polémica, por supostamente não ser permitido pelo enquadramento legal português.

Ao que o IP apurou, as nossas leis apenas permitem que tal realidade exista sempre e quando quem a pratica seja eleito pelos portugueses, o que não é o caso das prostitutas. "Está na lei: prostitutas em Portugal, só eleitas. Foi para isso que se fez Abril", garantiu ao nosso jornal o deputado Basílio Horta, um dos fundadores do CDS que depois aceitou um tacho no ICEP oferecido pelo José Sócrates e acabou na bancada parlamentar do PS que durante anos combateu. "Temos de perceber que este é o tipo de não-notícias destinadas a encher a agenda política paradigmática de uma sociedade onde a comunicação social está ao serviço de interesses económicos e políticos pouco claros", concordou o deputado José Pacheco Pereira, que começou como simpatizante do PCP, viu a sua intenção de se juntar ao PCP negada pessoalmente por Álvaro Cunhal, ajudou depois a fundar um partido maoísta inimigo que odiava Álvaro Cunhal e saltou directamente para o PPD, notabilizando-se desde então por criticar os ex-colegas do partido maoísta que actualmente estão no Bloco de Esquerda e por escrever a biografia "best-seller" do Álvaro Cunhal. VE

Daqui:

«Um Governo que mata o seu povo carece de legitimidade»

A plataforma de utentes do Serviço Nacional de Saúde criticou hoje as mudanças anunciadas no transporte de doentes não urgentes, considerando-as inconstitucionais e ameaçadoras para as pessoas que precisam daquele serviço.

Em comunicado, citado pela Lusa, a Plataforma Cidadã de Resistência à Destruição do SNS afirma que cobrar as deslocações a doentes com rendimento superior a 600 euros vai excluir «milhares de doentes já por si penalizados pelas obrigatórias deslocações» para tratamentos.

Só com «muito pouca sensibilidade, discernimento ou muita ignorância» é que se pode considerar um rendimento de 600 euros como «favorecido», argumenta a plataforma, que enviou as suas queixas para o Presidente da República, provedor de justiça e Assembleia da República.

Considerou ainda que liberalizar o transporte de doentes a viaturas ligeiras além de táxis e ambulâncias não irá reduzir os preços, como defende o governo, mas levar a uma «concertação».

O transporte de doentes em viaturas desde que os condutores tenham uma «rápida formação em suporte básico» de vida é uma medida «absolutamente irresponsável», apontou a plataforma, que teme que «doentes com patologias graves» possam «correr risco de vida em viagens longas».

«Um Governo que mata o seu povo carece de legitimidade», acusa a Plataforma.

Daqui: TVI24

Simplificação da língua



Tem-se falado muito do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da simplificação, eliminando letras desnecessárias e acompanhando a forma como as pessoas realmente falam .
Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser repensada, tornando-a mais moderna, mais simples, mais fácil de aprender pelos estrangeiros .
Comecemos pelas consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas .
É um fato que não se pronunciam .
Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se ?
O que estão lá a fazer ?
Aliás, o qe estão lá a fazer ?
Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade .
Outra complicação decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras diferentes qe pode ter a mesma letra .
Porqe é qe “assunção” se escreve com “ç” e “ascensão” se escreve com “s” ?
Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome. Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o “ç” .
Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o “ç” e o substitua por um simples “s” o qual passaria a ter um único som .
Como consequência, também os “ss” deixariam de ser nesesários já qe um “s” se pasará a ler sempre e apenas “s” .
Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequências económicas, designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar. Claro, “uzar”, é isso mesmo, se o “s” pasar a ter sempre o som de “s” o som “z” pasará a ser sempre reprezentado por um “z” .
Simples não é? se o som é “s”, escreve-se sempre com s. Se o som é “z” escreve-se sempre com “z” .
Quanto ao “c” (que se diz “cê” mas qe, na maior parte dos casos, tem valor de “q”) pode, com vantagem, ser substituído pelo “q”. Sou patriota e defendo a língua portugueza, não qonqordo qom a introdusão de letras estrangeiras. Nada de “k” .Ponha um q.
Não pensem qe me esqesi do som “ch” .
O som “ch” será reprezentado pela letra “x”.
Alguém dix “csix” para dezinar o “x”? Ninguém, pois não ?
O “x” xama-se “xis”.
Poix é iso mexmo qe fiqa .
Qomo podem ver, já eliminámox o “c”, o “h”, o “p” e o “u” inúteix, a tripla leitura da letra “s” e também a tripla leitura da letra “x” .
Reparem qomo, gradualmente, a exqrita se torna menox eqívoca, maix fluida, maix qursiva, maix expontânea, maix simplex .
Não, não leiam “simpléqs”, leiam simplex .
O som “qs” pasa a ser exqrito “qs” u qe é muito maix qonforme à leitura natural .
No entanto, ax mudansax na ortografia podem ainda ir maix longe, melhorar qonsideravelmente.
Vejamox o qaso do som “j” .
Umax vezex excrevemox exte som qom “j” outrax vezex qom “g”- ixtu é lójiqu?
Para qê qomplicar ? ! ?
Se uzarmox sempre o “j” para o som “j” não presizamox do “u” a segir à letra “g” poix exta terá, sempre, o som “g” e nunqa o som “j” .
Serto ?
Maix uma letra muda qe eliminamox .
É impresionante a quantidade de ambivalênsiax e de letras inuteix qe a língua portugesa tem !
Uma língua qe tem pretensõex a ser a qinta língua maix falada do planeta, qomo pode impôr-se qom tantax qompliqasõex ?
Qomo pode expalhar-se pelo mundo, qomo póde tornar-se realmente impurtante se não aqompanha a evolusão natural da oralidade ?
Outro problema é o dox asentox.
Ox asentox só qompliqam !
Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox .
A qextão a qoloqar é: á alternativa ?
Se não ouver alternativa, pasiênsia.
É o qazo da letra “a” .
Umax vezex lê-se “á”, aberto, outrax vezex lê-se “â”, fexado .
Nada a fazer.
Max, em outrox qazos, á alternativax .
Vejamox o “o”: umax vezex lê-se “ó”, outrax lê-se “u” e outrax, lê-se “ô” .
Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso !
qe é qe temux o “u” ?
Se u som “u” pasar a ser sempre reprezentado pela letra “u” fiqa tudo tão maix fásil !
Pur seu lado, u “o” pasa a suar sempre “ó”, tornandu até dexnesesáriu u asentu.
Já nu qazu da letra “e”, também pudemux fazer alguma qoiza:
quandu soa “é”, abertu, pudemux usar u “e” .
U mexmu para u som “ê” .
Max quandu u “e” se lê “i”, deverá ser subxtituídu pelu “i” .
I naqelex qazux em qe u “e” se lê “â” deve ser subxtituidu pelu “a” .
Sempre. Simplex i sem qompliqasõex .
Pudemux ainda melhurar maix alguma qoiza: eliminamux u “til” subxtituindu, nus ditongux, “ão” pur “aum”, “ães” – ou melhor “ãix” - pur “ainx” i “õix” pur “oinx” .
Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux.
Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu .
Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum ?



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