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sábado, 5 de maio de 2012

Facebook para Labregos

Caro leitor, bem vindo a “Facebook para Labregos”, o manual que contém tudo o que sempre quis saber sobre o mundo do Facebook e teve sempre vergonha de perguntar. Primeira dica: não use a expressão “Face” ou “viste o meu post no Face”, porque é profundamente irritante.

ROTINAS E PADRÕES

O leitor vai verificar que o Facebook funciona por modas e padrões, sendo um caso recorrente o culto do fim de semana. Vai verificar uma chuva de posts iguais à segunda, todos com um cão, felino ou bebé a dizer que detesta as segundas feiras e/ou que antes queria estar na cama. Às terças e quartas o mesmo animal/cachopo passa a lamentar-se pelo quanto ainda falta para o fim de semana. (...)


(...)


O USO DO “LIKE” (OU “GOSTO”)

Este é um dos erros mais frequentemente cometido por principiantes, o facto de não respeitarem qualquer critério na atribuição de “likes”. Segue-se um exemplo que permite demonstrar a magnitude do problema:

Como regra de bom senso, se a pessoa vem a chorar a dizer que foi multada, levou um chuto do namorado ou acabou de descobrir que tem cancro, é de mau tom aplicar um “Gosto”. Se tiver esta regra em atenção, não terá grandes problemas.

ESTOU TRISTE…

Quando uma mulher posta qualquer coisa a simbolizar que está triste (e digo mulher, porque tal como o uso da expressão “LOLADA!!”, este tipo de post é absolutamente vedado a homens) aqui a regra é questionar “Que foi, miga?”, respeitando estas palavras exactas. O leitor vai verificar que na maior parte dos casos a pessoa responde que não lhe apetece falar com ninguém, pelo que naturalmente há que respeitar o seu espaço e privacidade. Afinal de contas, lá por partilhar o seu estado de espírito na Internet, isso não quer dizer nada.


(...)


REGRAS PARA A FOTO DE PERFIL

A escolha da foto de perfil é importante, pois define o que vão pensar de si, pelo que exige algum planeamento. Em relação às senhoras, o caso é particularmente delicado. Se colocar uma foto que mostra apenas a sua cara, as pessoas vão naturalmente pensar “Olha, esta coitada não deve ter mamas…”. Por outro lado, se exibir um generoso decote a fazer render o que Deus (ou a Ciência) lhe deu, dificilmente se escapará do rótulo “Putéfia de 10 euros”. Sugestão: ponha um pôr do sol, que é difícil alguém conseguir implicar.

Ainda em relação às mamas, devo advertir o leitor para um erro de avaliação frequente: a aplicação “Melhor Par”, ao contrário do que o nome sugere, tem a ver com a suposta compatibilidade entre pessoas, e não com o rating de prateleiras.

Regra fundamental: é importante mudar de foto de perfil seis vezes ao dia, pois de outra forma as pessoas nunca perceberiam que é esquizofrénica.

GOSTOS NÃO SE DEVEM DISCUTIR

Há que ter algum cuidado com a demonstração de desagrado face às preferências da pessoa que partilha música. Mesmo que não aprecie, é pouco polido tecer comentários como “O quê??!! Não me digas que gostas dessa merda???!”. Deve evitá-lo, sob pena de a pessoa lhe guardar algum rancor.

ESTADO DA RELAÇÃO

É absolutamente obrigatório alterar o “estado relacional” de cada vez que ocorrer um arrufo com o namorado, marido ou fuck buddy. As pessoas precisam de saber, sob pena de sentirem que as está a excluir da sua vida.


(...)


DAR LIKES AOS PRÓPRIOS POSTS

Isto é o equivalente em código binário à masturbação. Não há nada mais deprimente que uma pessoa postar qualquer coisa e verificar que é a única pessoa no mundo que achou interessante. A evitar.

CONCLUSÃO

Tudo o que aprendeu para trás acaba por ser pouco relevante. Em relação ao Facebook, há que reter apenas que os membros da página “Aristocratas” têm todos um pénis gigantesco. O resto são pormenores.


Post na íntegra e donde foi sacado sem qualquer autorização, aqui: Aristocratas

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Há 77 anos



“Esse socialismo de Estado, que muitos apregoam e aconselham como um regime avançado, seria na verdade o sistema ideal para lisonjear o comodismo nato e o delírio burocrático do comum dos portugueses. O socialismo de Estado é o regime burguês por excelência. As falências, os desfalques, as irregularidades, se há compadres na governação, são facilmente abafados e os défices cobertos pelos orçamentos do Estado”

Salazar em 1933
em entrevista a António Ferro.

segunda-feira, 5 de março de 2012

10 mentiras para enrolar designers e ilustradores

1) “Faça esse trabalho barato (ou de graça) e no próximo pagaremos melhor”
Nenhum profissional que se preze daria seu trabalho de mãos beijadas na esperança de cobrar mais caro mais tarde. Você consegue imaginar o que um advogado diria se você dissesse “me defenda de graça dessa vez que na próxima vez que eu precisar de um advogado eu te chamo e pago melhor”. Ele com certeza riria da sua cara.

2) “Nós nunca pagamos 1 centavo antes de ver o produto final”
Essa é uma pegadinha. A partir do momento que você foi contratado para fazer o trabalho você DEVE pedir uma entrada. O motivo é simples, você está trabalhando desde o momento que se dispõe a fazer a reunião de briefing. Talvez um cliente mais inexperiente queira pagar após ver alguns esboços. Cabe a você aceitar ou não.

3) “Esse trabalho será ótimo para seu portfolio! Depois desse você vai conseguir muitos outros”
Essa é uma das mais típicas. E costuma fazer vítimas principalmente entre jovens que ainda estão estudando. Para não cair nessa, basta pensar “quanto o seu cliente vai faturar com o seu trabalho?”. Além disso, não esqueça que, mesmo que ele indique seu trabalho para outras empresas, com certeza ele dirá quanto custou (ou se foi de graça) e imagine o que os próximos irão querer?

4) Olhando para seus estudos e rascunhos: “Veja, não temos muita certeza se queremos seu trabalho. Deixe esses estudos comigo e vou falar com meu sócio/investidor/mulher, etc e depois te dou uma resposta”
Não dou 5 minutos para ele ligar para outros designers com seus estudos e conceitos criados na mão barganhando melhores preços. Quando você ligar de novo ele dirá que seu trabalho está muito acima do mercado, blá blá blá, e que Fulano Designer vai fazer o trabalho. Mas como eles conseguiram outro designer mais barato? Lógico, você já passou o conceito todo criado! Economizou horas para o designer que vai pegar o trabalho. Então, enquanto você não entrar em acordo com seu cliente NUNCA DEIXE NADA CRIATIVO no escritório dele!

5) “Veja, o job não foi cancelado, somente adiado. Deixe a conta aberta e continuaremos dentro de um mês ou dois”
Provavelmente não. Seria um erro você não faturar o que foi feito até o momento esperando que o trabalho continue depois. Ligue em dois meses e você verá que alguém estará trabalhando no job. E adivinhe! Eles nem ao menos sabem quem você é… e o dinheiro do início do trabalho, lógico, já era!

6) “CONTRATO?? Nós não precisamos assinar contratos! Não estamos entre amigos?”
Sim, estamos. Até que alguma coisa dê errada ou ocorra um mal-entendido, e você se transforme no meu maior inimigo e eu sou o seu “designer estúpido”, aí o contrato é essencial! Simples assim! Ao menos que você não ligue em não ser pago. Qualquer profissional usa um contrato para definir como será o trabalho e você deve fazê-lo também!

7) “Envie-me a conta depois que o material for pra gráfica”
Por que esperar por esse deadline irrelevante? Você é honesto, não? Por que você deveria ficar preso a esse deadline? Uma vez entregue o trabalho, fature! Essa desculpa possivelmente é uma tática para atrasar o pagamento. Assim o material vai pra gráfica, precisa de alterações intermináveis e, adivinhe, ele arranja outra pessoa pra fazer as alterações necessárias, o material vai pra gráfica e você nem fica sabendo!

8 ) “O último designer fez esse job por R$ XX “
Isso é irrelevante. Se o último designer era tão bom por que ele te chamou? E quanto o outro cobrava não significa nada pra você. Pessoas que cobram muito pouco pelo seu tempo acabam fadadas ao insucesso (por auto-destruição financeira). Faça um preço justo, ofereça no máximo 5% de desconto e não abra mão disso.

9) “Nosso orçamento para esse job é de XX reais”
Interessante, não? Um cara sai para comprar um carro e sabe exatamente quanto ele vai gastar antes mesmo de fazer uma pesquisa. Uma quantia de trabalho custa uma quantia de dinheiro. Se seu cliente tem menos dinheiro e ainda assim você quer pegar o trabalho, dedique menos horas a ele. Deixe isso bem claro ao seu cliente, que você dedicará menos tempo que o estimado para finalizar o trabalho porque ele não pode pagar por mais horas. A escolha é sua.

10) “Estamos com problemas financeiros. Passe o trabalho para nós e, quando estivermos em melhor situação, te pagamos.”
Claro, mas pode contar que, quando o dinheiro chegar, você estará bem lá no final da lista de pagamentos. Se alguém chega ao ponto de admitir que está com problemas financeiros então provavelmente o problema é bem maior do que parece. Além disso, você por acaso é um banco para fazer empréstimos? Se você quer arriscar, pelo menos peça dinheiro adicional pelo tempo de espera. Um banco faz isso, não faz? Por que provavelmente esse é o motivo deles quererem atrasar seu pagamento, ter 6 meses de dinheiro “emprestado” sem ter que pagar juros, o que não aconteceria se ele tivesse que emprestar do banco. Não jogue dinheiro fora!

Bom, o motivo de tudo isso não é deixar você paranóico ou coisa do tipo, mas sim injetar um pouco de realidade no mundo de fantasia da maioria dos designers. Você certamente vai tratar com pessoas muito diferentes de você. As motivações e atitudes certamente são diferentes. Eu infelizmente vejo, muitas vezes, exemplos de pessoas envolvidas em situações com a mais nobre das intenções e acabam literalmente se dando mal. Porque a maioria dos designers enxergam os trabalhos como uma oportunidade de fazer aquilo que mais gostam com dedicação, simplesmente porque amam o que fazem! A outra parte não tem a negociação tão idealizada ou romantizada, muito pelo contrário.

Como lidar com todas essas coisas e ainda assim fazer um trabalho criativo? Boa pergunta! É por isso que ir atrás da informação é importante. Você aprende a trabalhar com todas as técnicas do design, mas não aprende a arte da negociação. Muitos designers ignoram este aprendizado, o que é um grande erro. Sugiro que o mínimo seja incorporado assim certamente você não sentirá seu trabalho como uma grande perda de tempo e dinheiro!


Fonte: texto original em inglês Painter Creativity
Tradução: Debora Behar

Sacado daqui: PTO DE CONTATO

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A condenação de Osvaldo de Sousa


Propositadamente, deixámos passar alguns dias sobre o assunto antes de tomarmos aqui uma posição institucional. No pressuposto de que o silêncio é tão bom conselheiro quanto é (pode ser) mau o resultado de uma reacção a quente, preferimos deixar repousar as águas.

Mas, agora, a sensação que temos é a de que, nesta altura, estamos a escrever o mesmo que teríamos escrito "a quente". Como segue:

Osvaldo Macedo de Sousa, historiador por formação e prática, tem vindio a dedicar três décadas da sua vida à investigação, divulgação e dignificação da arte da Caricatura. E da sociabilibilidade dos cultores desta arte.

O seu trabalho tem dimensão gigantesca, sem a mínima correspondência nos proveitos materiais obtidos.

O documento mais visível do seu trabalho de investigação é a obra em 5 volumes intitulada "História da Caricatura em Portugal", publicados entre 1998 e 2002 com edição partilhada pala Secretaria de Estado da Comunicação Social. Mais de duas mil e cem páginas.

Como não poderia deixar de ser, a sua pesquisa documental remonta aos primórdios da Caricatura; e prossegue até à data da publicação.

O trabalho é, visivelmente, tão completo quanto ao autor foi humanamente possível. Não omitiu nenhum dos autores com trabalho minimamente consistente que conseguiu identificar, razão pela qual não omitiu Vasco de Castro.

A "História da Caricatura em Portugal" foi aplaudida por todos os autores portugueses (e estrangeiros que a conheceram), com uma excepção: Vasco de Castro. Este caricaturista moveu uma acção judicial contra Osvaldo, reivindicando direitos de autor correspondentes aos seus desenhos inseridos na obra, esquecendo duas coisas: que se trata de um trabalho de carácter histórico (portanto, errado seria ter omitido o seu nome) e que a "História da Caricatura" não entrou no circuito comercial.

Depois de ter percorrido as três instâncias possíveis, o processo teve recentemente o seu epílogo no Supremo Tribunal de Justiça e foi punitivo para Osvaldo de Sousa. Este foi condenado a pagar cinco mil euros a Vasco (mais as custas judiciais), conforme o próprio Osvaldo relata em http://humorgrafe.blogspot.com/ .

A generalidade dos associados da FecoPortugal fez chegar a Osvaldo de Sousa maniefstações individuais de solidariedade.

Através da sua Direcção, também a Fecoortugal lhe manifesta publicamente a sua solidariedade, repudiando esta atitude inqualificável de aproveitamento oportunístico do trabalho intelectual de outrém, aproveitamento apoiado no vazio das entrelinhas da redacção da Lei, cuja interpretação está sujeita às directrizes da clarividência de uma ou outra ou outra instância judicial.

FecoPortugal

A Direcção


http://bongop-leituras-bd.blogspot.com/2012/01/vasco-de-castro-condena-osvaldo-de.html#axzz1jSZGv0xk



Daqui:

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Vasco de Castro condena Osvaldo de Sousa ao pagamento de uma indemnização pelo simples facto de ser Historiador da Arte da Caricatura em Portugal

Osvaldo de Sousa
Para comemorar 30 anos de dedicação, divulgação e dinamização do humor gráfico em Portugal, a Relação, após o tribunal ter inocentado Osvaldo de Sousa, condena Osvaldo de Sousa a pagar 5.000€ de indemnização a Vasco de Castro por danos morais e patrimoniais, simplesmente pelo facto do historiador ter incluido o seu nome e obra na Historia da Arte da Caricatura de Imprensa em Portugal. O Juiz do Tribunal considerou que Vasco deveria agradecer, em vez de incriminar, mas a Relação resolveu inverter a sentença.
Vasco de Castro que, até ao momento, só foi galardoado em iniciativas (com mais de 5.000€ em Prémios) organizadas por Osvaldo de Sousa (já que todas as outras nunca encontraram valor na sua produção) sentiu-se ofendido por ser incluído na História, com tratamento igualitário entre todos os artistas, ou seja, um desenho por periódico em cada ano, em que vários dos trabalhos são propriedade da Humorgrafe por terem recebido um Prémio (monetário que compra o original) e estarem no livro nessa condição. Esta obra não é comercial, apenas de divulgação, incluída nas comemorações dos 150 anos da Caricatura em Portugal. Século e meio em que nenhum historiador considerou relevante fazer a história desta arte, considerada menor. Por Osvaldo de Sousa ter ousado fazer esta compilação, Vasco de Castro castigou-o, talvez porque considere que é uma história que deve ser esquecida, uma arte que ele não considera de relevo para ser exaltada.
Contudo esta obra tem recebido criticas extraordinárias no estrangeiro, referida como obra exemplar que deveria ser copiada por outros países mais ricos que o nosso, e que nunca tiveram coragem de fazer uma com esta dimensão. É uma obra que resulta da oferta gratuita de anos de investigação; oferta de mais de 20.000 reproduções de jornal que custou cerca de 10.000€ de fotocopias e microfilmes; oferta de seis meses de trabalho de paginação; oferta dos direitos de autor do texto… Obra esta obra investigada, escrita e paginada totalmente por Osvaldo de Sousa (um trabalho solitário e penoso) que, no final, recebeu apenas 600 exemplares dos 1.500 exemplares editados e que agora tem de pagar sozinho uma indemnização de 5.000€ (mais de três salários da sua actividade profissional, com que tem de alimentar a família, não referindo as despesas judiciais), a um desenhador que recebeu uma carta (infelizmente não registada e por isso não há prova física disso) a perguntar se tinha algo contra ser incluído. Quem não quisesse bastava escrever a dizer que não queria. Ingenuidade do autor que deveria ter feito a pergunta ao contrário, com aviso de recepção, mas que conhecendo os artistas que raramente respondem quando aceitam, optou por fazer a pergunta ao contrário.
Osvaldo de Sousa, ao longo destes 30 anos, tem roubado muito do seu tempo à família porque, mesmo quando está em casa, está ausente nas suas constantes investigações, paginação dos catálogos, montagem das exposições sem terem grande proveito económico dessa ausência. 30 anos de deambulação pelo pais fora, correndo contra o tempo para nunca faltar ao seu emprego, com desgaste da viatura, desgaste físico, moral…. Tem sido um pai falhado, um marido falhado e agora o Tribunal sentencia-o também a um historiador falhado. Com mais de 300 exposições realizadas, com mais de 300 publicações editadas porque é que nunca enriqueceu? Por estupidez, por amar uma arte que considera fundamental para o ser humano. Pena que este senhor tenha uma ideia contrária.
Aproveito para avisar os interessados que este não é o único caso de perseguição deste desenhador. Tenham cuidado!

Daqui: humorgrafe

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Chili @ Chiado Work-In-Progress

WORK IN PROGRESS / GARRET 60


Com o espírito de work in progress irá decorrer, no espaço Garret 60 Chiado, durante de período de 1 a 24 de Dezembro de 2011, um evento cultural com ateliês abertos, residências artísticas e exposições com ciclos temáticos.

Saber mais sobre o WIP e programação completa por aqui.


A CCC vai estar inserida neste evento de 1 a 6 de Dezembro, das 14h às 22h e com inauguração no dia 1 às 18h, com "zines, discos, livros, serigrafias, exposições à margem do regime lunar da Capital."

O Reject_Zine vai estar presente, e na exposição vão estar inseridas algumas das minhas pinturas.



Post original aqui: http://zarzanga.blogspot.com/2011/11/chili-chiado-work-in-progress.html

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Professor Zimbabue

zimbabue

Para curar todos os males, maleitas e cocós, cá está o professor cuja semelhança com qualquer outro professor é pura coincidência.

Bambo

Nota: O número colocado na imagem é fictício e a parte do Renault 4GTL já não se aplica.


Poste da autoria de RoD! e sacado daqui.


terça-feira, 29 de setembro de 2009

António - O típico habitante de Pegões Novos

As três primeiras páginas de uma BD depravada de RoD! de um total de sete. Sete páginas essas que poderão apreciar clicando nesses desenhos aí a seguir.



© RoD!
Continua.
Por aqui.

sábado, 28 de março de 2009

Sindicato dos cidadãos extraterrestres da Brandoa queixa-se de incentivos do Estado!

O Sindicato dos cidadãos extraterrestres da Brandoa queixam-se da falta de atenção, por parte do Estado Português, às suas necessidades.

Juvenal Antunes XVNIBTPID da galáxia XB3O residente no prédio 25 da Rua dos imigrantes na Brandoa, diz que há 5 semanas que não tem dinheiro para abastecer a nave e ir para o trabalho.

“Anda aqui um gajo a dar no duro e a trabalhar de sol a sol, no meu caso literalmente, e depois sobem impostos, sobem os preços dos combustíveis…eu tenho bocas para alimentar amigo, nomeadamente as minhas…tenho 6 só na parte de cima da cabeça!”

Imagem 1 - Juvenal

Outros moradores queixam-se de descriminação por parte das restantes minorias, como é o caso de Amélia Vreeennnnnhhhhééééé que nasceu em Pegões Novos e se faz passar por extraterrestre para ter vales de desconto do lidl à borla. Ao telefone com a Sra. Amélia explicámos-lhe que não precisava de ser extraterrestre para ter vales de desconto do lidl mas esta ameaçou-nos com um ataque maciço do seu exercito de polvos espaciais com sabres laser.

A Sra. Amélia queixa-se de que o Estado não lhe paga o subsidio de incentivo à mobilidade para trabalhar em Lisboa e que por isso se mudou para a Brandoa.

“Sabe, em Pegões Novos não posso exercer a minha profissão que é varredora de ruas…como é que eu vou varrer ruas onde não há ruas?! Aqui na Brandoa é diferente. Mas continuam a não aceitar bem os imigrantes…sobretudo os do espaço. Ainda ontem um senhor cigano olhou de lado para mim. Isto é descriminação!!! Só porque venho do espaço…Racistas, Xenófobos!!!”

Imagem 2 - Sra. Amélia numa pose sexy para as nossas câmaras…

O Sindicato dos cidadãos extraterrestres da Brandoa promete voltar à luta fazendo uma marcha em frente à Assembleia da Republica. Esta marcha é uma das muitas formas de protesto, diz o Presidente do Sindicato. Disse também que podem esperar também para breve um buzinão de naves espaciais na ponte Vasco da Gama e 25 de Abril.

Ficamos à espera então.


Por RoD!

Sacado daqui: Eucaliptos do Rogério

sexta-feira, 13 de março de 2009

Sexo no mato…

Sexo é bom. A prova disso é que estamos vivos e fomos feitos, por causa do sexo. Normalmente um senhor e uma senhora vão para um sitio mais privado onde realizam o ritual do amor um com o outro. O ritual do amor consiste num homem que faz inserir um apêndice de carne, nuns casos curto, noutros comprido, dentro de um rasgo vaginal que se situa na zona inferior feminina (mas não tão inferior assim, um pouco acima dos joelhos). Para fazer “o amor” é necessário que as duas pessoas estejam de acordo, haja dinheiro ou não envolvido no assunto. Normalmente copular implica gastos de energia física (e também monetária) por parte de um ou dos dois intervenientes. A EDP não é responsável pela energia do acto sexual o que permite realizar o mesmo várias vezes, muitas mais do que aquelas em que ligamos as luzes lá de casa. Como não é necessária muita luz e por vezes os parceiros sexuais são deveras horrendos comparativamente com várias modelos e celebridades, pode-se então apagar a luz e poupar energia eléctrica não pagando mais à EDP.


Em Pegões Novos as pessoas também fazem o amor, quer seja para fins lúdicos, quer para fins reprodutivos. Também há quem o faça para ganhar algum dinheiro ou tirar as teias de aranha e desenferrujar os canos.
Uma das manias da população é deslocar-se até ao matagal mais próximo a fim de espiar se algum transeunde pára para aliviar as águas ou para realizar a cópula com o seu parceiro sexual…e com o cão, ocasionalmente. Esta mania está a provocar um mau estar nos jovens casais que apreciam realizar o acto de “esconder o malandro” no matagal. Fernanda Eulália é uma dessas pessoas descontentes. Fernanda levantava-se todos os dias às 5:30 da manhã para se deslocar para o trabalho e também fornicar os seu primo José Fagundes. José joga no clube da terra e tem como hobby retirar acumulações ressequidas de muco nasal do seu órgão olfactivo. Para além disso o José é musculado e tem um órgão sexual bastante avantajado. Ao realizarem o acto de javardar no meio dos “eucaliptos do Rogério” nunca pensaram poderem estar a ser observados de perto por idosos sedentos de criticar a moral e bons costumes (voyeurs). A verdade é que tudo mudou para este casal ocasional que ficou bastante chocado quando viu a sua privacidade violada num local público que afinal é privado. Dona Joaquina, velhota dos seus 87 anos seguiu o casal até a uma zona menos densa de eucaliptal e escondeu-se por detrás de uma “bufa de lobo” (fungo típico de zonas arenosas e matagais). Enquanto Fernanda oleava a manivela do seu amante com sucos oriundos das glandulas salivares da sua boca e José uivava de sensações sexualmente satisfatórias, dona Joaquina exaltou-se e decidiu cantar a música “Favas com chouriço” de José Cid. Para o jovem casal isto foi deveras traumatizante e após terem finalizado o acto sexual partiram para casa para recuperarem de tal intrusão.

A verdade é que este hábito incómodo e também um pouco metediço da população de Pegões Novos está a dar o que falar e já vários padres vieram protestar junto da comunicação social para censurar este tipo de comportamento. Especialmente porque incomoda as criancinhas que os senhores padres levam para o mato para fins de aprendizagem espíritual.
Algo de muito errado se passa em Pegões Novos.




Por RoD!

Sacado daqui: Eucaliptos do Rogério

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Reject_Zine # 2 - O Lançamento OnLine

Da nossa Moda Foca Andreia Rechena chegou-nos isto:





Olá!
O fanzine que quer o que mais ninguém quer, está finalmente disponível no mundo!
Vê exclusivamente online o pequeno filme do grande lançamento no blog: www.zarzanga.blogspot.com

O tema deste segundo Zine é os Acidentes, por isso, cautela, porque há sangue!
Desastres à parte, o intuito central deste projecto é sempre reunir o maior número possivel de trabalhos e objectos rejeitados, esquecidos, ignorados, no sentido de os reutilizar e reciclar, porque não gosto cá de desperdícios :)

_O Reject_Zine vai estar à venda :
_No FIBDA aos fim-de semanas que é quando eu lá estou, e possivelmente irá estar também na banca da Pedra No Charco:p
_Na Tertúlia de BD de Lisboa a 04 de Novembro;
_Na Feira Internacional do Fanzine , no Ponto de Encontro em Cacilhas de 07 a 15 de Novembro
_ Contactando por email directamente a moi

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O Conteúdo DO REJECT_ZINE#2

Envelope almofadado anti-acidentes e com logo a stencil, carimbado e numerado

*CD_ROM:
_4 Vídeos de Acidentes
_11 Músicas de encantar com os temas reject ou acidentes, desastres, enfim essa ideia;:

*JORNAL_REJECT NEWS#ZERO:
Com os ilustres convidados:
Álvaro
Rodrigo de Matos

*AUTOCOLANTES:
1 cromo Reject
1 Autocolante-surpresa dos 80's;
1 Foto-Esquecida-No-Tempo

*1 CASSETE-SURPRESA
Algumas nem eu sei o que levam,mas a maior questão que se levanta é :será que alguém ainda tem um leitor destas coisas ?

NO ZINE Mesmo no Zine
Uma panóplia de ILUSTRAÇÕES e as BDs:
_Desastre Natural de Andreia Rechena
_O Problema situa-se no Estômago de André Oliveira
Os Ilustres Convidados:
_André Oliveira
_Andreia Rechena
_Hugo Teixeira
_Phermad


Beijos e Abraços da Senhora Dona Zarzanga
--
www.zarzanga.blogspot.com

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Cabelinho à Paulo Bento

Deseja saber o que é isto?


Ou isto?


Ou isto?


Ou ainda isto?


E já agora, isto?



Atão siga esse link aí abaixo. Com cuidado. Com muito cuidado. Aquilo que lá irá encontrar é um pouco violento.
Depois não venha para aqui miar que não avisámos.
http://www.cabelinhoapaulobento.blogspot.com/



Obrigado Inês.